Amig@s

Esta coluna tem como objetivo dar a conhecer a gente (qualquer pessoa ou grupo) com quem simpatizamos.

Queremos uma lista muito longa aqui, e pedimos-vos alimentá-la e completá-la.

Para começar mencionamos a

Gar GARAIALDE GARATE, a que consideramos a profetisa da Era de Acuario e, a Ger GERTZEN, quem deu-nos a conhecer a historia de ella.O seu trabalho inspira-nos, inclusive para ter criado o nosso coletivo.

Yann Arthus-Bertrand, realizador que fez filmes bellísimos que nos dão a conhecer a fundo O nosso Planeta e as suas problemáticas principais.

REEVO. REd de Educador@s VOluntari@s. Promotor@s do filme La Educación Prohibida, além de levar a cabo outras muitas iniciativas. Esperam a tua ajuda para poder sentar as bases da Nova Sociedade.

El Arca, é a rede de comunidades que criou Shantidas ou Lanza Del Vasto e que se foi estendendo desde França até o seu falecimento. Na Espanha chegou a ter até três comunidades, conquanto agora não fica mais que um grupo de amig@s de la misma. Nos últimos anos a sua expansão limitou-se muito, mas continua a ser uma boa referência face à construção da Nova Era. foram pioneiros em muitos campos (na maioria dos valores que indicamos aqui ao lado) e continuam a ser referência.

Outro filme que gostámos é Em Procura De Sentido (de uma vez traduzido o título da sua língua de origem). Seguimos à espera de que nos confirmem a correção que lhes sugerimos (o insulto aos 19 milhões de exterminados em México, o 95% da população pelo terrorismo espanhol do sXVI, mediante o genocídio que organizaram Isabel de Castilla, Fernando De Aragão e os seus súbditos) e que se difunda gratuitamente, que já é hora. Que já lho têm cobrado sobradamente.

Interessante

Aqui dar-vos-emos a conhecer qualquer iniciativa que tenha que ver com a nossa filosofia.

Tu nos podes propor qualquer evento ou iniciativa que compartilhe os nossos valores. Analisá-lo-emos e, se coincidimos, refleti-lo-emos aqui.

Para começar mencionaremos o livro GAR, La Profetisa De La Era De Acuario de Ger GERTZEN. Seguindo esse primeiro enlace poderás ler os primeiros capítulos deste livro e, atirando do fio, fazer com o resto.

Compartilhamos plenamente a sua visão e valores, pois, em realidade, esse livro e autor inspiraram-nos e facto nascer como coletivo.

Um vídeo interessante que desvela o engano da democracia USA, se trata da conferência pública Démocratie, Histoire d'un Malentendu, dada por Francis Dupuis-Déri em Montpellier na segunda-feira 9 de fevereiro de 2015.

Outro vídeo interessante é

La Mentira En Que Vivimos. Se tens problemas para vê-lo, aquí podes-to descarregar (tem paciência, em HD demora bastante em baixar) em versão original inglesa subtitulada em castelhano. No original inglês The Lie We Life, em francês, Le Mensonge Dans Lequel Nous Vivons. Os seus quase 11 milhões de visualizações em 7 meses são facilmente compreensíveis.

Outro livro 100% recomendável é

Los Papalagi de Erich Schuermann, que, segundo ele, transcribe os discursos nos que o chefe samoano Tuiavii de Tiavea fala ao seu povo da cultura ocidental de inícios do século XX. Sejam autênticos ou uma invenção de Erich Schuermann, este livro oferece-nos uma visão pura da nossa idiotez, uma radiografia das nossas debilidades. Imprescindível para toda a pessoa que queira profudizar em se mesma e na cultura na que lhe tocou viver. Manual imprescindível para todo alternativo e, evidentemente, para tod@ Acuarian@.

La Sed Del Mundo y Hogar, dois impressionantes filmes do realizador Yann ARTHUS-BERTRAND que nos ensinam a beleza até dos recantos mais contaminados e miseráveis da Terra, bem como nos mostram a sua problemática e soluções viables.

La Educación Prohibida é outra das nossas recomendações. Pese a ser um filme realizado em castelhano (sobretudo na sua variante argentina) há quantidade de opções em subtítulos para poder conhecer a sua boa nova: Precisamos outras vias de educação e são possíveis!

TERA. Conquanto não é mais que um projeto ainda, precisamos muitos como este para criar um Mundo Novo.

Le Message. Há muita gente que considera que não vivemos em uma democracia senão em uma Oligarquía Plutocrática. E coincidimos com essa opinião. Alinhamo-nos com o seu projeto e consideramos que o poder tem de estar em mãos do Povo e não nas mãos de uns políticos adictos ao poder, que se nos oferecem a cada tanto pré-selecionados pelos grandes poderosos do dinheiro, que é quem decide, no fundo.

La Vraie Démocratie. Similar à anterior proposta e unido a ela.

Transurfing. Uma interessante filosofia (baseada na física cuántica) que nos permite mudar a nossa perceção da realidade e, assim, transformar a nossa realidade, criando à nossa medida, em vez de lutar contra ela. Clica aquí para descarregar-te um librito que explica as suas bases. Também podes procurar documentos em pdf em castelhano, ao menos dos cinco primeiros livros (conquanto alguns são penosos quanto a tradução).

Liberdade

"O homem ama a liberdade, embora não saiba que a ama, caminha para ela e foge de onde não a há." (José Martí).

É a liberdade fazer aquilo que nos apetece?

Ou é mais bem a capacidade de decidir o nosso próprio caminho na vida sem nos deixar levar por influências tanto externas (oligarcas, timadores, manipuladores, violentos, presionadores, políticos, sacerdotes...) como internas (ressentimentos, ódios, dependências, medos, culpas, frustrações, costumes, preconceitos...)?

Há que ter isto bem claro. O atual sistema joga com os nossos desejos e medos mais íntimos para manipular-nos/manipulá-nos desde dentro.

Já não é necessário que levemos grilletes nas mãos ou que o direito divino designe a certas pessoas como amos e a outros como servos. O atual sistema manipula-nos desde a escuridão, desde o anonimato (e com a palavra anonimatonos referimos à A de SA, Sociedade Anónima).

Sim, os interesses do grande capital movem os fios para apoderar-se de tudo, as empresas se voltam tumores que vão devorando todos os recursos (se apoderam das terras, monopolizan os bens básicos, os compram na sua totalidade para depois vendérnolos mais caros, patenteiam sementes, até as criadas pela natureza, e criam sementes híbridas que nos façam dependentes dos seus produtos, privatizam todos os serviços básicos...) e, assim, vão afogando o organismo são.

Mas este Sistema, sobretudo, manipula-nos desde dentro, desde o nosso inconsciente: basta com inculcarnos o medo à anarquia, ao terrorismo, a que nos roubem, medo ao estrangeiro que vem a nos roubar o pão, à doença (incluindo as epidemias criadas à medida da indústria farmacológica), medo ao fracasso, medo à miséria, medo ao desemprego, medo a não ser bem vistos, medo a que nos agridam, medo a não ter razão, medo a não nos sair com a nossa, medo à gente, medo a que não sejamos o bastante guapos, o bastante jovens, o bastante atrativos, o bastante em forma, o bastante musculosos, o bastante ricos, medo à liberdade pois nos fizeram inúteis, inseguros e dependentes desde nossa mais terna infância... Basta apenas que faça-nos refugiar na nossa casa, no nosso pequeno grupo, nos nossos hobbys, nas nossas drogas preferidas, no consumo que nos consuela de todos estes medos e limitações... Quer-nos/Quê-nos (e tem) isolados para vencer-nos/vencê-nos mais facilmente.

Sim, achamo-nos livres e estamos, pelo contrário, limitados por todas partes. Temos a liberdade de votar a um ou a outro dos candidatos que já se submeteram ao Sistema, com o que nada (importante) mudará.

Temos a liberdade de escolher entre Pepsi e Coca Cola. A necessidade de beber uma das duas já a temos assumida, interiorizada.

Temos a liberdade de escolher o nosso grupo de música favorito, o nosso estilo favorito, e consumi-lo-emos religiosamente. E pode que nos briguemos por ele, morramos por ele. Não exageramos (muito): há muitos jovens que se encerram em um estilo, inclusive, em um grupo musical como se nisso lhes fosse a vida.

Temos a liberdade de escolher a nossa equipa favorita de nuesto desporto favorito e estaremos dispostos a matar e morrer por ele. Mas o nosso lazer tem que estar bem cheio de algo, de alguma preocupação importante que não nos deixe pensar no fundamental, que é nos dar conta qual é a Realidade. Assim não poderemos a mudar.

Temos a liberdade de escolher a que colégio levaremos aos nossos menores. Mas a educação que vão receber já está comprada pelo Sistema. Nela ensinar-se-lhes-á a se estar quietos e calados, a obedecer, a se submeter, a se sentir uma merda, a consumir, a competir, a aproveitar o tempo para se ganhar um bom posto na sociedade, pois, se não, não terão uma vida digna. E não só se ensina todo isso na sala de aulas, também fora, nas interações de todos esses menores submetidos a pressão, metidos com um funil em um local, obviamente, se fazem dano uns a outros, pois se vão passando o dano que receberam.

E se rebelas-te, pois não passa nada, o Sistema tem um bom local para ti no desemprego, és necessário para mostrar aos demais que passa se não és o bastante bom, eficaz e sumiso.

Inclusive se segues-te rebelando e voltas-te delinquente, cumpres o teu papel, fazes um bom serviço ao Sistema, fazendo sentir medo à maioria integrada, justificando um bom sistema policial (ao serviço do Poder, isto é de quem servem ao Grande Capital), justificando as medidas de segurança e de controlo que nos têm a cada vez mais submetidos e enganchados ao Sistema.

Faz falta uma boa dose de delinquentes também para manter em boa forma o sistema carcelario, para que todos agradeçamos ao Grande Irmão que vele por nós. Assim, eles baixo cerrojo e nós, na nossa casita (partilhada com o banco e quiçá precisada de várias vidas para terminar de ser paga, pois o setor imobiliário se voltou terreno de jogo da cobiça), nos sentimos seguros. Não muito, em realidade.

Fazem falta guerras que engorden a indústria armamentística, guerras que nos permitam ter o suficiente medo à ameaça (o país vizinho, os países pobres, os que pensam diferente, os que acham e rezam diferente...) para que ninguém ponha em dúvida a existência das forças armadas e o seu enorme esbanjamento de meios. Algum dia o Grande Capital terá necessidade de todo esse armamento para submeter ao resto (a imensa maioria), de modo que joga a convencer da necessidade de todo esse complexo armamentístico para que lho financiemos e, assim, já o tem preparado para quando o tenha que voltar contra nós.

E fazem falta crise que disimulen e escondam novas manobras em favor de uma ainda maior concentração do Capital, e que justifiquem ainda maiores medidas de controlo social. Não, com as crises, curiosamente, os Ricos não perdem, ganham ainda mais.

Eles seguem comprando o nosso Mundo, apropriando dos recursos (o 2% da gente já possui o 50% dos bens) para que não tenhamos mais remédio que trabalhar para eles, a cada vez em condições piores, nos submeter e seguir alimentando esta enorme roda que nos devora. Se queremos poder realmente viver e que o Planeta segua vivendo, o primeiro que temos de fazer é despir desses valores e medos que nos têm atados o atual Sistema. E começar alternativas que construam um Novo Mundo.

Mas, acordemo-nos de libertar das correntes internas, dos nossos caprichos, das nossas manias, das nossas dependências. Sem isso, não conseguimos avançar para a harmonia interna, nem para a harmonia externa, isto é, para umas relações mais autênticas e amorosas.

Más

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